
- Historia

- Gameplay

- Multiplayer

- Gráficos

Dragon’s Dogma é uma mistura entre Darksouls, Shadow of the Colossus e Skyrim. Tem a sua história própria, mas não consegue se aprofundar tanto como Skyrim fez, ou talvez, sim, ele apenas não é tão imersivo como o seu concorrente. Vou parar de me prolongar tanto na apresentação do jogo e ir direto para o que interessa, o motivo que trouxe você até aqui.
História
O tranquilo vilarejo de Cassardis é abruptamente atacado por um dragão. Um dos residentes, o personagem do jogador, toma a frente e usa uma espada deixada por um guarda para atacar o dragão. O resultado não podia ser mais óbvio: o dragão dá uma sacudida na mão e o personagem é jogado para longe, não bastando isso, o dragão rouba o coração do pobre infeliz e vai embora.
Agora, o jogador precisa pegar suas armas e tentar recuperar aquilo que lhe foi roubado, sendo que, ao mesmo tempo, o mundo está sendo infestado por monstros e bandidos. Como herói, o jogador é chamado para conhecer o Duke, tipo o rei só que com nome diferente, e então começa a receber tarefas para ajudar o reino e, ao mesmo tempo, procurar pelo dragão.
Um aviso: a história não acaba quando você mata o dragão, é só o começo do fim, rá.
Gameplay
Dragon’s Dogma é um RPG de ação, então temos muitos detalhes para falar quanto ao gameplay. A jogabilidade das armas, arco e espada, lembra muito Darksouls: um botão para defender e outro para atacar. A grande diferença é que os gatilhos superiores iniciam ataques especiais, que são as skills do personagem, sendo um guerreiro ele usa ataques de espada e ataques de escudo, arqueiros usam as adagas e o arco e o mago usa apenas magia.
As skills ficam em atalhos e o jogador pode ter até 3, o que é chato. São tantas skills que eu queria colocar, e por incrível que pareça elas funcionam muito bem. Além do seu personagem e as skills dele, o jogador também tem o seu Pawn, que é o seu segundo personagem, não jogável, mas ele quem faz a interação online entre jogadores. O jogador precisa armá-lo e colocar as skills e quanto mais forte ele for, mais chances dele ser chamado para outro mundo, leia-se jogo de outro jogador, e trazer presente para você.
Os jogadores tem as classes primárias que são Fighter, Strider e Mage e classes avançadas que são Warrior, Ranger e Sorcerer. E as classes híbridas Mystic Knight, Assassin e Magick Archer.
As classes são balanceadas, então não tem essa de que a classe X é melhor que a Y. O jogador joga com aquilo que achar melhor pra ele. Eu não gostei dos magos e fui para arqueiro e aí depois acabei como Mystick Knight. Sim, o jogo te dá a opção de experimentar outras classes (ainda mais nos níveis avançado que você tem ponto de sobra para comprar todas as skills da sua classe e ainda sobra). Além do nível, o personagem ganha Rank para a classe que ele escolheu, que é isso que libera novas habilidades.
Para subir de nível, o jogador vai encontrar personagens que dão quests e quadro de avisos que dão algumas quests também.
O combate, como eu falei, lembra Darksouls, mas sem a dificuldade insana, e sem ser extremamente fácil e bobo. Os seus Pawns (seu principal e outros dois que você contrata) são bem eficientes e eu até elogio a Capcom por isso, foram os melhores ajudantes que eu já tive em um jogo. Além de ganharem mais conhecimento, de acordo com o número de lugares e o que os jogadores fazem com eles.
O último detalhe é que seu personagem pode subir nos monstros e bater em suas cabeças ou asas, dependendo de qual monstro for, e funciona da mesma forma que em Shadow of the Colossus.
Basicamente, isso é tudo sobre o jogo, devo ter esquecido alguma coisa, mas relevem é um jogo grande e complexo.
Gráficos
Vamos falar dos problemas gráficos. Às vezes, o framerate cai violentamente e dá aquela travadinha básica, outras vezes os NPCs aparecem segundos depois de você ter chegado no lugar. Para variar, existe uma falta de sincronia na voz com o movimento da boca dos personagens.
Tirando esses problemas, os gráficos são muito bons, as animações são bonitas e tudo funciona em perfeita harmonia. E a luta final com o dragão (um dragão gigantesco, cara), os detalhes das escamas do dragão, dos movimentos e essas coisas é mais ou menos o que paga por todo o jogo.
Multiplayer
Tudo se resume aos Pawns. Como eu disse, você pode ter até três, sendo um o seu principal e mais dois. Além disso, você tem a opção de jogar offline, mas não é tão legal como pegar os Pawns de outros jogadores. Tudo acontece num lugar chamado de Rift.
Basicamente, os Pawns trazem os Rift Crystal, que são usados para contratar outros Pawns, e alguns itens de presente para o jogador, além de adquirirem conhecimento de monstros e dungeons. Os jogadores quando dispensam o Peão dão uma nota e quanto mais rates positivos mais caro o seu peão fica.
Além disso, existem itens que só podem ser comprados com Rift Crystal, incentivando mais ainda os jogadores a jogarem “online”.
E fora tudo isso, ainda existe o Ur-Dragon, um gigantesco Dragão Lich que você precisa de vários encontros para matá-lo, mas além disso outros jogadores também estão batendo nele e dando dano (como aqueles jogos de facebook) e aquele que der o golpe fatal ganha recompensas inimaginaveis, mas todos que batem ganham alguma coisa.
No fim
Dragon’s Dogma é uma agradável surpresa que saiu esse ano e, se você gosta do gênero, recomendo fortemente que o compre. Como de praxe, ajude o Nós Geeks a trazer mais reviews para você e lembre-se que o nosso parceiro Kermais possui o jogo com um preço bem bacana.

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