Sou um grande fã das histórias de Sherlock Holmes mesmo sem nunca ter lido um livro com suas histórias, mas já vi boa parte de suas adaptações.
Há alguns meses havia lido sobre essa série e fiquei intrigado com esse novo “estilo” de contar a história do detetive mais famoso de todos os tempos. Trazer Holmes e Watson para os tempos atuais já havia sido feito brilhantemente em “Sherlock”, série inglesa protagonizada pelos ótimos Benedict Cumberbatch e Martin Freeman. Essa série refaz os contos mais famosos de Sir Arthur Conan Doyle nos tempos atuais, mostrando um Sherlock usando sua inteligência junto dos gadgets do nosso século. A relação entre os protagonistas é muito bem colocada e a BBC, emissora responsável pela série, renovou ao criar temporadas com três episódios cada em forma de filmes com um espaço de um ano entre cada temporada.
Mas estou aqui para falar do Holmes interpretado por Jonhy Lee Miller.
O Holmes de Elementary parece realmente com o Holmes de Conan Doyle: arrogante, presunçoso, gênio, orgulhoso e racional. Agora, se ele é um especialista em artes marciais, só os próximos capítulos mostrarão. O que já foi mostrado foi seu problema com drogas. Para quem conhece alguma coisa da literatura do detetive, o mesmo fora descrito como viciado em ópio e cocaína. Aí que entra, para mim, a grande jogada dessa série que é Watson, ou melhor Joan Watson interpretada por Lucy Liu contratada pelo pai de Holmes para cuidar e acompanhar a reabilitação do filho.
Ex-cirurgiã, ela tem a personalidade do Watson que conhecemos, humana, sagaz, inteligente e que tenta mostrar o lado não racional das coisas para Sherlock. Fora isso, sabemos pouco do que foi colocado nessa nova versão. Veremos com o tempo.
Holmes é um consultor não remunerado, que nessa série trabalha junto, ou podemos dizer a pedido, do Capitão Gregson que nessa adaptação substitui o já conhecido Lestrade, oficial da Scotland Yard. O capitão após passar um período em Londres treinando na Scotland Yard conheceu Sherlock e criou um “laço” com o detetive.
Por enquanto, não há muito o que se dizer. Em uma série, uma crítica real só pode ser feita com pelo menos cinco episódios. O que farei aqui no Nós Geeks.
Então, comentem a sua primeira impressão dessa série.
Procurei ser vago para não contar spoilers do primeiro episódio.















